
Automação de processos para centro de distribuição
A conferência não fica mais rápida. Ela deixa de ser uma tarefa.
Recebimento, expedição, inventário e movimentação conferidos pela própria operação — sem prancheta, sem coletor na mão do operador e sem ninguém digitando o resultado duas horas depois. A leitura é insumo. O que entregamos é o processo decidindo sozinho e devolvendo o evento ao seu ERP.
O que nos separa de um projeto de RFID
Leitura tem dezenas de fornecedores no Brasil. Processo automatizado, quase nenhum.
O que você recebe num projeto de leitura
Antena instalada, leitor configurado, uma tela mostrando as etiquetas que passaram e um relatório no fim do dia. O que ninguém diz é que a conferência continua sendo feita por uma pessoa: ela agora compara a tela com o pedido em vez de comparar a prancheta com o pedido.
O trabalho não sumiu. Trocou de suporte. E o CD passou a ter mais um sistema para alguém olhar.
O que você recebe automatizando o processo
A decisão codificada. O carregamento que trava sozinho quando sobe volume de outro pedido. O recebimento que não encerra com item faltando. O inventário que roda como subproduto da operação. A transferência que se lança pelo próprio movimento da empilhadeira.
A pessoa entra quando existe exceção — e entra sabendo qual item, em que doca, a que horas e com quem.
Um leitor responde quais etiquetas passaram. Uma operação precisa de resposta para pode fechar o caminhão? — e entre uma pergunta e a outra existe um sistema. É esse sistema que a gente faz.
Os processos que automatizamos
Comprador de CD não compra taxa de leitura. Compra caminhão no horário e inventário que fecha.
Cada processo tem uma página descrevendo como ele funciona hoje, o que passa a ser automático, quais decisões o sistema toma sozinho e onde ele não vale o investimento.
Conferência de recebimento
Conferência de 100% da carga durante a descarga, com a divergência apontada enquanto o motorista ainda está na doca.
Como automatizamos →Movimentação e endereçamento
Transferência lançada pelo movimento real da empilhadeira. Sem coletor na mão e sem baixa deixada para depois.
Como automatizamos →Separação e cross-docking
Conferência dentro da separação, com peça errada acusada na hora em que entra no volume. Cross-dock roteado na leitura.
Como automatizamos →Conferência de expedição
Conferência de carregamento na passagem, com bloqueio do embarque errado e prova do que subiu no caminhão.
Como automatizamos →Inventário
Varredura por rua sem parar o CD, com divergência de posição separada da divergência de saldo.
Como automatizamos →Busca de carga perdida
Última posição conhecida com hora, trilha de passagens e busca dirigida no lugar de meia tarde de caçada.
Como automatizamos →Ativos retornáveis
Ciclo de comodato controlado pela própria saída e retorno, com aging automático e prova para cobrar.
Como automatizamos →A implantação nunca começa pelos sete. Começa pelo processo que custa mais no seu CD, com a infraestrutura mínima para ele funcionar — e o segundo processo já não paga essa infraestrutura de novo.
Ver todos os processos →Não é maquete
Doca, rua endereçada e mapeamento no chão do CD — de operações onde isso já roda.



Como automatizamos
Entre a antena e o processo rodando sozinho existem seis camadas. O mercado vende a primeira.
Não é figura de retórica: é a arquitetura. A camada 01 é hardware e se compra de vários fornecedores. Da 02 em diante é software de operação, e é onde um projeto de captura vira — ou não vira — processo automatizado.
Captura
Ler o que passou pela doca, pela rua ou pela estação. É a camada que o mercado vende como projeto inteiro — e é a única que qualquer integrador entrega.
Filtro
Leitura bruta não é evento. Piso de sinal, deduplicação de rajada e descarte de leitura fantasma separam o que estava no palete do que só passou perto.
Vínculo
A etiqueta vira série, a série vira item de uma nota, de um romaneio ou de uma ordem. Sem esse cadastro, leitura é um número hexadecimal sem dono.
Regra
O que é esperado aqui, agora, neste veículo, nesta doca, nesta rua. É a regra que transforma um conjunto de leituras em uma conferência.
Decisão e atuação
Libera, retém o encerramento, bloqueia o embarque, reclassifica, dispara sirene, escala para busca. Aqui o software deixa de informar e passa a agir.
Integração e exceção
O evento entra no seu ERP com hora, lugar e responsável — e o que o sistema não soube resolver vira uma fila curta de exceções para uma pessoa.
É por isso que a decisão de arquitetura foi poder trocar a tecnologia de captura sem reescrever o processo. Hoje a camada 01 é RFID UHF porque é o que resolve a maior parte dos casos. Amanhã pode ser outra coisa — e as outras cinco continuam de pé.
Demonstração — lógica real, carga simulada
Passe um palete pelo portal. Escolha antes como ele vai dar errado.
Um leitor UHF não entrega “as peças que passaram”. Entrega milhares de leituras repetidas, com potência variável, incluindo tags que só passaram perto. Filtrar isso é o que separa RFID que funciona de RFID que gera dado errado — e é o que roda abaixo. Os filtros e a conferência são o mesmo código do nosso edge; só a carga é simulada.
1 · Escolha o cenário
2 · Passe o palete
Cada passagem sorteia uma nova semente. O ruído muda, o veredito não: uma peça não foi para o palete. o erro que só aparece na entrega.
O que roda entre a antena e a tela
- 01Piso de RSSItag lida fraca demais está fora do portal, não no palete
- 02Deduplicaçãoa mesma tag em rajada conta uma passagem, não trinta
- 03Leitura fantasmavista poucas vezes e fraca não entra no conjunto
- 04Diff contra o pedidoconferência é verificação, nunca contagem cega
Nenhum desses passos aparece num folheto de leitor. São eles que decidem se o RFID vira conferência confiável ou uma fonte nova de dado errado.
- Leituras brutas
- —
- Descartadas
- —
- Tags confirmadas
- —
- Tempo
- —
Conferência contra o pedido
- Rolamento 6205-2RSsérie 900001001—
- Rolamento 6205-2RSsérie 900001002—
- Retentor 45x62x8série 900001003—
- Cubo de roda dianteirosérie 900001004—
Vai para o WMS: aguardando a passagem.
Esta é uma carga simulada com o ruído que um leitor real produz — não é a leitura da sua operação, e nós não vamos fingir que é. O número da sua carga sai do teste com o seu SKU.
Regra de soberania
Seu WMS é a fonte da verdade do saldo.
A Baliza é a fonte da verdade da posição.
Automatizar processo de CD costuma ser vendido como troca de sistema. Não é o que fazemos: o processo automatizado roda por fora e devolve o resultado por integração, para o ERP que você já opera.
Fica com o seu ERP
Saldo, status, bloqueio, reserva, regra fiscal, regra de negócio. Não tocamos nisso e não pedimos para você trocar de sistema. Se o seu time já opera TOTVS, continua operando TOTVS.
Fica com a Baliza
A execução do processo no chão: o que passou, por onde, quando, com quem, se pode seguir e o que fazer quando não pode. O evento volta para o seu sistema por API, não por planilha exportada.
O número que ninguém publica
99,5% de leitura em papelão pode virar 70% em caixa de refrigerante.
Líquido e metal absorvem e refletem sinal. Filme stretch, palete de bebida, lata, tinta, aerossol: cada um degrada a leitura de um jeito diferente. Quem mostrar um único número de acurácia para qualquer carga está vendendo folheto.
Isso tem uma consequência de projeto, e ela vale mais que o número: um processo automatizado precisa sobreviver à leitura ruim. Por isso a regra nunca é aprovar porque a contagem bateu — é reter o encerramento até o conjunto esperado aparecer inteiro. Automação que aprova por contagem é automação que aprova errado no dia em que a leitura cai.
E por isso os desfechos são três, não dois: libera, bloqueia, ou pergunta ao operador. Sistema que só sabe travar é sistema que a operação desliga na primeira semana de pico.
Faixas de laboratório, não promessa contratual. O número da sua operação sai do seu teste, com o seu SKU.
Como começa
Primeiro o processo. Depois a carga. Só então o equipamento.
- 01
Mapeamos o processo que dói
Como ele é feito hoje, por quantas pessoas, em quanto tempo, onde trava e o que acontece quando dá errado. Esta conversa vale por si só, e é de graça.
- 02
Medimos a sua carga no laboratório
Uma amostra do palete real: mesma embalagem, mesma altura, mesmo filme. Relatório com o número, inclusive quando ele é ruim.
- 03
Automatizamos um processo, em uma doca
Um turno, uma doca, com a decisão rodando e o evento integrado ao seu sistema. Sem reformar o CD e sem trocar o seu ERP.
Contato direto
Mande duas informações: qual processo te incomoda e qual é a sua carga. Responde engenheiro, não formulário — e responde no mesmo dia.
Atendimento em português, operação no Brasil. Integração com o ERP já em uso — inclusive TOTVS.

