Processo 05 · Inventário

O inventário deixa de ser um evento e passa a ser rotina de fundo.

Contagem por varredura, sem parar a operação, com a divergência classificada por tipo em vez de uma planilha de diferenças. E, principalmente: o resultado responde onde está, não só quanto tem.

3 dias parado2 h por varredura
custo de um inventário geral

O antes e o depois

Não é a mesma tarefa mais rápida. É a tarefa deixando de existir.

Como é hoje

  1. 01

    A operação para, normalmente num fim de semana, com hora extra e equipe montada às pressas.

  2. 02

    Duas contagens independentes, e uma terceira contagem em cima das divergências.

  3. 03

    Tudo é consolidado em planilha e vira um ajuste em massa no fechamento.

  4. 04

    O resultado é um número de saldo. Onde cada coisa está continua sem resposta.

  5. 05

    Um mês depois a divergência voltou, porque a causa dela nunca foi contagem errada.

O caro do inventário não é contar. É reconciliar duas realidades que se afastaram durante meses — e é descobrir onde as coisas foram parar, que é justamente o que a contagem não responde.

Depois de automatizado

  1. 01

    Varredura em vez de contagem

    Leitor em carrinho, em empilhadeira ou na mão percorre a rua e captura tudo que está ali, por nível. Uma rua leva minutos, não um turno.

  2. 02

    Rotativo sem parar nada

    Cada rua varrida no dia a dia já é uma contagem cíclica. O inventário rotativo deixa de depender de alguém montar uma programação e passa a acontecer como subproduto da operação.

  3. 03

    A divergência sai classificada

    O sistema separa três problemas diferentes que a planilha junta num só: item no endereço errado, item que existe e o WMS não sabe, item que o WMS acha que existe e não está em lugar nenhum.

  4. 04

    Espaço vazio também é resposta

    Endereço varrido sem nenhuma leitura vira vazio confirmado. Saber qual posição está realmente livre é metade do problema de armazenagem num CD cheio.

Sobra decidir sobre as divergências que o sistema classificou e conferir no físico as que ele não conseguiu explicar.

Regras de decisão

O que o sistema decide sozinho, sem ninguém olhando a tela.

Automação é esta tabela. Um leitor responde quais etiquetas passaram; quem responde pode fechar o caminhão? é a regra. Sem ela, você comprou hardware e continuou com alguém interpretando lista na doca.

Item lido no endereço em que o WMS o coloca

Confirma a posição e zera a pendência de contagem cíclica daquele item.

Item lido em endereço diferente do esperado

Registra divergência de posição e propõe o acerto de endereço. Não toca no saldo: a quantidade está certa, o lugar é que estava errado.

Item do WMS não lido em duas varreduras consecutivas

Escala para busca dirigida, com a trilha de última posição conhecida já montada.

Endereço varrido sem nenhuma leitura

Marca vazio confirmado, com hora, e devolve a posição ao pool de armazenagem.

Divergência de saldo

Nunca ajusta sozinho. Vai como proposta de ajuste, com a evidência de leitura anexada. Sistema que mexe em saldo sem gente é sistema que o controller desliga.

O que volta para o seu sistema

Automatizar o processo não é substituir o seu ERP.

O ERP recebe contagem e propostas de ajuste, com a evidência de cada uma. O acerto de posição pode ser automático; o acerto de saldo passa por aprovação humana, sempre.

Integração por API e mensageria, não por planilha exportada. Se o seu time opera TOTVS, continua operando TOTVS.

Evento

inventario.varredura_concluida

O que ele carrega

  • zona ou rua varrida
  • duração
  • itens confirmados na posição
  • itens em posição divergente
  • itens não localizados
  • posições vazias confirmadas
  • propostas de ajuste

Onde a automação não alcança

Todo processo automatizado tem borda. Estas são as deste.

Automação que não declara a própria borda é automação que vai ser desligada no primeiro caso que ela não previu — e o cliente vai descobrir a borda sozinho, no pior dia.

A primeira varredura de um CD legado

Ela sempre encontra estoque sem etiqueta, e sempre encontra mais do que o cliente esperava. Isso não é falha do inventário automático — é o inventário automático fazendo o serviço. Mas exige um plano de conversão do legado, com prazo e custo, e ele entra na proposta em vez de aparecer no meio da implantação.

Nível alto e estrutura metálica

Porta-palete é metal, e metal reflete. Leitura no quinto nível não é igual a leitura no piso: depende de antena, de ângulo e às vezes de leitura embarcada na própria empilhadeira. É um número que a gente mede no seu CD, não um número que a gente promete.

Granel e item sem unidade discreta

Varredura conta unidades identificadas. Onde o problema é medir volume ou peso de granel, o inventário automático não é este — e insistir seria vender a coisa errada.

Onde isso não vale a pena

Se o seu problema de inventário é contar granel, ou se o CD é pequeno o bastante para uma equipe varrer visualmente numa manhã, o retorno não está aqui. O ganho cresce com o número de posições e com a altura.

Preferimos perder o projeto aqui a perder o cliente no sexto mês. Se o número não sustenta, a gente diz antes da proposta — e diz por quê.

Como começa

Primeiro a gente desenha o seu processo. Depois se fala em equipamento.

A conversa começa em como inventário funciona hoje no seu CD: quem faz, em quanto tempo, onde trava e o que acontece quando dá errado. Sem isso, qualquer proposta é chute com nota fiscal.

Contato direto

Mande duas informações: como esse processo é feito hoje e qual é a sua carga. Responde engenheiro, não formulário — e responde no mesmo dia.

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